[14] Vitinho, que saudades...
De qualquer forma, foi tão bom recordar... Recordem vocês, também. Obrigada, Jorge! :)
O meu espacinho para extravasar o que me vai na alma, no pensamento... Aquilo que me acontece e me define. Um espacinho onde eu vivo e revivo emoções, onde relembro e registo momentos importantes. Este é o MEU espaço! [de baixo custo]
mascada por chiclete_ou_chicla à(s) 13:33 0 chicla(s)
Sim, diversão não faltou! Pipocas a saltar, sumos a voar, correrias dentro do shopping, berros no cinema... Uma alegria!
Tirando estas traquinices, a coisa até acabou por correr bem. ;) Foi um dia animado (porque com crianças - em massa! - a vida é uma constante agitação), embora cansativo (ah pois, tomar conta deles é um verdadeiro desafio), mas muito "à maneira"! Ou porque o João só queria comer pipocas (tantas que tivemos de lhe tirar o pacote das mãos!), ou porque ele e a Fatinha só se agrediam fisicamente, entre murros, pontapés, estaladas… Ou porque tivemos um encontro com a Vanessa (uma bela surpresa), uma menina que esteve connosco até ao 5º ano e depois teve de ir embora por mudar de casa. Ou porque o Zé Carlos e o Zezinho só corriam e corriam e corriam e a maior parte do tempo nós tínhamos de andar atrás deles para ver onde se haviam metido! Ou porque a Sandra e a Catarina, como meninas chiques que são, só queriam visitar lojas de roupa e coisas do género e nós que esperássemos pelas “madames”…!
A parte boa é que, no final, todos queriam tirar uma fotografia com o Pai Natal mas não deu porque ele tinha ido lanchar (nem imagina o senhor o que o esperava… Ou talvez sim… Às tantas foi de propósito! Lol).
Bom, entre diabruras e cabelos em pé (os nossos!), ainda tivemos uma simpática companhia: a avó da Mariana – D. Maria de Lurdes, com quem foi um enorme prazer conversar. Valeu a pena!
O filme tinha uma abordagem um pouco diferente daquela a qu
e estamos habituados a ouvir repetidas vezes pela altura do Natal ou até fora dessa época… Mais requintada e intensa, a história parte de uma altura em que o rei Herodes incumbe os seus soldados de matar todas as crianças de Belém com menos de dois anos mas eis que, nesse preciso momento, o filme faz uma analepse para ficarmos a conhecer todo o background do nascimento do menino esperado – o Messias. Conhecemos a vida de Maria, a concepção do filho, o aparecimento do anjo a Maria, a gravidez de Isabel… As novidades são: o bom humor dos reis magos, a forma como Maria conheceu José – desde a sua rejeição em relação ao casamento “arranjado” até ao momento de plena admiração por aquele homem bom e humilde, o suposto apedrejamento de Maria pela população de Nazaré, as condições (miseráveis) de vida dos habitantes de Nazaré, que os levava a pegar pesados impostos, chegando até a haver necessidade de entregar os filhos como forma de pagamento das dívidas, entre outras.
Balanço final: positivo. Foi um óptimo filme em óptima companhia!
Fonte (imagem): http://www.actuacine.net/2006/posters/nativity.jpg
mascada por chiclete_ou_chicla à(s) 19:59 0 chicla(s)
Não quero cair no erro de ser demasiado profunda sob pena de me tornar lamechas…
Não quero analisar todas as escolhas que fiz ao longo da vida; posso vir a arrepender-me de algumas e acabar por começar a chorar.
Hoje quero ser livre e quero prolongar essa liberdade até sempre. Quero sorrir e rir como fazia quando ainda não te conhecia. Quero ser quem eu era quando te conheci, quando me conheceste. Quero permanecer a pessoa, melhor, em que me tornei ao longo destes dias… Deste-me vida e eu agarrei-a. Não a quero deixar fugir. Sinto que a cada momento que passa, estás mais distante de mim e que os momentos de alegria que me deste se vão esvaindo do meu coração… Porque os levas contigo se não te fazem falta?
Deixa-me ficar assim. Ou deixa-me voltar ao meu “antes”. Deixa-me recuperar… Afasta-te… Mais um bocadinho… Mais… Não vês que ainda não chega?! Tonto, quando sofremos por amor, todos somos poetas!
mascada por chiclete_ou_chicla à(s) 01:44 0 chicla(s)
Esta música é tao...
"Um deste dias vou poder
apaixonar-me outra vez
sem me importar de saber
se vai durar um ano ou um mês
Correr e saltar num dia
depois não dormir tranquilo
pensar que o amor é isto
e descobrir que afinal é aquilo
Já não há canções de amor
como havia antigamente
já não há canções de amor
Um destes dias vou ser capaz
de encontrar a felicidade
avançar em marcha atrás
ir de verdade em verdade
Dizer que o amor é aquilo
que ontem estava descoberto
e ver que o fim duma paixão
espreita sempre um deserto
Já não há canções de amor
por não haver quem acredite
já não há canções de amor
por não haver quem acredite
E vós almas tão ingénuas
cujo amor não tem saída
que buscais nas tolas canções
o açúcar que adoça a vida
Não percebeis que é o engano
que prova que há uma chance
acertar à primeira não é humano
é a essência do romance
Já não há canções de amor
como havia antigamente
já não há conções de amor
vou investigar o caso
com o máximo rigor
tirar a limpo a verdade
que há nas canções de amor
vou saber se ainda é possível
escrever canções de amor"
Rui Veloso - "Já não há canções de amor"
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